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Relembre

A Claudia Magno. As Novelas. A Insuficiência Respiratória. Os Rumores de Aids. A Morte aos 36 Anos

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O Antagônico relembra hoje a história da atriz Cláudia Magno, que ao longo dos anos 1980 até o começo dos anos 1990, participou de inúmeras novelas da Globo e em algumas peças de teatro e filmes, um dos quais lhe rendendo um prêmio no Festival de Brasília. Sua carreira foi interrompida com sua morte, fruto de uma insuficiência respiratória aguda. Cláudia morreu no Rio de Janeiro, na clínica São Vicente, na Gávea.

Segundo a sua família, a morte não ocorreu em decorrência da AIDS, que foi um rumor levantado à época. Quando morreu, no dia 05 de janeiro de 1994, a atriz, com 36 anos, estava trabalhando na telenovela Sonho Meu, na qual vivia a enfermeira Josefina, bem como ensaiava um musical com o ator Jonas Bloch.

Trajetória – Cláudia iniciou sua carreira em 1982, com sua estreia como a mocinha Patrícia no filme de grande sucesso Menino do Rio, e em seguida foi chamada pela Rede Globo para participar da novela Final Feliz. Em 1983, atuou como Mariah em Champagne e em 1984, como Maria Eduarda em Viver a Vida. No mesmo ano, reprisou o papel de Patrícia em Garota Dourada. Em 1985, foi Carmem em Tudo em Cima e Regina em Um Sonho a Mais e em 1986 foi Vera Santos em Roda de Fogo. Em 1988, interpreta Vicky em Fera Radical e Marisa, em Presença de Marisa, cujo papel lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Brasília. Em 1989, foi Gilda em Bebê a Bordo e a sensual Silvana Pitombo em Tieta.

Em 1990, fez uma participação especial no programa Delegacia de Mulheres. Interpretou a si própria noutra participação, agora em Mico Preto, e foi Valéria em Mãe de Santo. Na sequência, interpretou Ludmila em Filhos do Sol, Eulália em Meu Bem, Meu Mal, Flávia Araripe em O Dono do Mundo (todas em 1991), Renée em Felicidade (1992) e então a enfermeira Josefina Machado em Sonho Meu (1993), seu último trabalho.

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Jornalista responsável: Evandro Corrêa- DRT 1976