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Denúncia

A Hilda Oliveira. Os Dois Empregos. Os Processos Criminais. A Mãe e as Medidas Protetivas

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Aterrizou em O Antagônico uma rumorosa denúncia envolvendo a servidora pública Hilda Oliveira Araújo Leal, lotada, ao mesmo tempo, na Secretaria de Educação do Pará e na prefeitura de Ananindeua. O curioso é que Hilda, que recebe salário de R$ 4 mil reais na Seduc, está afastada no cargo há mais de 2 anos para tratamento de saúde. A doença, no entanto, não impediu que a mesma fosse nomeada no cargo de assessora especial na prefeitura de Ananindeua, recebendo um salário base de R$ 3.154 reais.

Hilda Oliveira foi nomeada no dia 29 de abril deste ano, no cargo de assessor especial da Secretaria Municipal de Gestão de Governo de Ananindeua. A portaria de nomeação foi assinada pelo secretário municipal de administração Arlindo Penha da Silva. Mas os problemas com o nome da servidora não se resumem apenas a cargos no governo e na prefeitura de Ananindeua. Hilda é investigada em dois inquéritos que apuram crimes de apropriação indébita, envolvendo joias e cheques, e também exercício ilegal da advocacia.

Conforme certidão de antecedentes criminais, Hilda responde a um processo criminal, em tramitação na 1ª Vara Criminal de Castanhal e outro na 4ª Vara Criminal de Ananindeua. A servidora também tem contra sí um processo de violência doméstica (Lei Maria da Penha), onde a vítima é sua própria mãe.

Atropelamento – No dia 20 de agosto de 2025, a senhora Sandra Souza Oliveira compareceu à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher – Deam- Ananindeua, para registrar que foi vítima de tentativa de atropelamento de um carro dirigido pela sua própria filha, Hilda Oliveira Araújo Leal. No Boletim de Ocorrência a mãe narrou que a filha tentou atropelá-la por conta de desavenças pela propriedade de um veículo. Para a autoridade policial, a mãe disse que a filha se dirigiu a ela com os seguintes textuais:

“Te prepara. Vais ver o que vai acontecer contigo a partir de amanhã. Vai procurar o que fazer, sua vagabunda, sua velha”

Diante da situação, o juiz Adelino Arrais Gomes da Silva concedeu medidas protetivas à mãe da servidora, proibindo que a mesma se aproxime de sua genitora, de seus familiares e de eventuais testemunhas. Os processos contra Hilda Oliveira seguem tramitando na justiça. Em respeito ao contraditório, O Antagônico deixa aberto o espaço para, caso queira, a servidora se manifeste.

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Jornalista responsável: Evandro Corrêa- DRT 1976