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Juruti. O Instituto. A Juruteka e o Fortalecimento da Economia

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O Instituto Juruti Sustentável (IJUS), por meio do Banco Juruti Sustentável (BANJUS), lançou, em Juruti, no oeste do Pará, a Juruteka, uma moeda social criada para fortalecer a economia local e incentivar a circulação de recursos entre os comércios e empreendedores do município. A moeda tem o mesmo valor do real, mas poderá ser utilizada apenas em estabelecimentos credenciados ao BANJUS. O lançamento aconteceu durante o Encontro Amazônico da Rede Brasileira de Bancos Comunitários. Com a iniciativa, Juruti passa a integrar o movimento nacional de cidades que adotam moedas sociais como estratégia para estimular o desenvolvimento econômico e fortalecer os negócios locais.

A Juruteka foi criada para funcionar de forma complementar ao real. As cédulas foram lançadas nos valores de J$ 2, J$ 5, J$ 10, J$ 20, J$ 50 e J$ 100. Cada unidade da moeda social tem equivalência de 1 para 1 com o real e poderá ser utilizada em uma rede de comércios, farmácias, prestadores de serviços e outros empreendimentos credenciados ao BANJUS. Além da função econômica, a moeda se destaca por valorizar a identidade de Juruti. As notas trazem elementos que representam a cultura e a natureza do município, como o pássaro que inspirou o nome da cidade, o Festribal, a Praia do Formigão e outros símbolos locais.

Antes de começar a circular em toda a cidade, a Juruteka será testada com um grupo de empreendedoras atendidas pelo projeto Dona’s, do IJUS. Elas serão as primeiras a utilizar a moeda social. Após essa fase inicial, a expectativa é que o uso da Juruteka seja ampliado para outros empreendedores e estabelecimentos de Juruti. A meta é que a moeda fortaleça os pequenos negócios, incentive o consumo local e contribua para manter a riqueza circulando dentro do próprio município, beneficiando empreendedores, consumidores e comunidades.u o nome da cidade, o Festribal, a Praia do Formigão e outros símbolos locais.

Antes de começar a circular em toda a cidade, a Juruteka será testada com um grupo de empreendedoras atendidas pelo projeto Dona’s, do Ijus. Elas serão as primeiras a utilizar a moeda social. Após essa fase inicial, a expectativa é que o uso da Juruteka seja ampliado para outros empreendedores e estabelecimentos de Juruti. A expectativa é que a moeda fortaleça os pequenos negócios, incentive o consumo local e contribua para manter a riqueza circulando dentro do próprio município, beneficiando empreendedores, consumidores e comunidades.

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Jornalista responsável: Evandro Corrêa- DRT 1976