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Mãe do Rio. A Execução do Sargento. A Prisão da Influencer. A Polícia. Os Criminosos e as Mortes 

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Uma operação integrada das forças de segurança pública do Pará, deflagrada nesta sexta-feira (31), resultou na morte de cinco suspeitos de envolvimento em um atentado contra um policial militar no município de Mãe do Rio, no nordeste do estado. A vítima era ex-comandante da Guarda Municipal da cidade. Outras duas pessoas foram presas em flagrante, e uma adolescente foi identificada por prestar apoio logístico ao grupo criminoso.

A influenciadora digital Evellyn Braga foi presa em flagrante, suspeita de participação no assassinato. Segundo a Polícia Civil, Evellyn teria auxiliado os autores do homicídio, prestando apoio logístico. Durante as investigações, os agentes chegaram a um imóvel indicado por ela, onde foram encontrados carregadores de pistola, entorpecentes e uma balança de precisão.

A ação policial foi iniciada logo após o ataque ao PM, ocorrido na noite da última quarta-feira (29). Segundo a polícia, o objetivo foi desarticular a estrutura de uma facção criminosa que atua na região e identificar todos os envolvidos no crime.

De acordo com as investigações, os supostos executores do atentado contra o policial militar foram identificados como Anderson Ferreira da Silva, conhecido como “Dandan”, e Vagner Nunes de Sousa, o “VG”, que agiram em conjunto com outros dois comparsas. Ao serem localizados pelas equipes policiais, a dupla reagiu à abordagem disparando contra os agentes, segundo a polícia. Houve tiroteio, e ambos foram baleados.

Em outro ponto da operação, os policiais localizaram Thiago Silva da Silva, o “TH”, e Deilson Carneiro da Silva, o “Maranhão”. Segundo a Polícia Civil, os dois eram responsáveis pelo suporte logístico do bando, especialmente pelo armazenamento e guarda das munições utilizadas no atentado. Assim como os executores, eles reagiram à ordem de prisão efetuando disparos contra as equipes, foram baleados no confronto e morreram após o socorro médico, segundo a polícia.

Os agentes seguiram, então, até o município vizinho de Paragominas, onde localizaram Carlos Eduardo Pinheiro Ferreira, apontado como suposto fornecedor de munições utilizadas na tentativa de homicídio contra o PM. Ao receber voz de prisão, Carlos Eduardo também iniciou confronto armado contra os agentes, ainda de acordo com a polícia. Ele foi atingido, socorrido, mas evoluiu a óbito. Em sua residência, a polícia apreendeu armas, munições e entorpecentes, o que, segundo a investigação, reforça o vínculo direto dele com a organização criminosa.

Além dos mortos nos tiroteios, a operação resultou na prisão em flagrante de um homem e uma mulher, investigados por suposto envolvimento com o tráfico de drogas na região e por prestar apoio logístico à facção criminosa responsável pelo ataque ao policial. O veículo utilizado pelos suspeitos foi localizado e passará por perícia.

A polícia também identificou uma adolescente que pode ter colaborado com o grupo. De acordo com as apurações, ela teria auxiliado os criminosos antes e depois do atentado, facilitando a logística da ação e ajudando na fuga dos envolvidos.

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Jornalista responsável: Evandro Corrêa- DRT 1976