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Rebaixamento

O Clube do Remo. As 13 Partidas. Os 7 Empates. Apenas Uma Vitória. A Insistência no Condé e a Tragédia Anunciada

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Faltando apenas seis jogos para o fim do primeiro turno da série A do Brasileirão, o vice lanterna Clube do Remo segue seu calvário com 8 pontos, resultado de 5 empates e apenas uma vitória. Um resultado abaixo da mediocridade para um time que possui uma folha salarial milionária. Se nada for feito, o que passa necessariamente por troca urgente de técnico, dispensa de jogadores improdutivos e postura dentro de campo, como já dito aqui, o Leão corre sério risco de encerrar o primeiro turno virtualmente rebaixado para a série B.

Não é possível, e nem crível, que a diretoria não está vendo uma tragédia anunciada que salta os olhos. Ainda há tempo pra reagir. Mas é preciso coragem pra fazer o que tem que ser feito. E rápido. Afinal, o Remo precisa fazer pelo menos mais seis pontos para chegar vivo no segundo turno e brigar por mais 31 pontos, atingindo os almejados 45 que garantem a permanência na série A. Tarefa dificílima, considerando a qualidade dos adversários e a baixa produtividade do Remo, que não consegue vencer nem em casa.

A primeira coisa a ser feita, manda a razão, é demitir, o mais urgente possível, o técnico Léo Condé, que até hoje não disse a que veio e continua a iludir a torcida com a falsa promessa de “melhora no próximo jogo”. É hora da diretoria remista chamar o processo à ordem, sob pena de responsabilização direta numa provável (bote provável nisso), queda para a série B. Não se trata aqui da pura e simples crítica pela crítica. Se trata de enxergar o óbvio, sendo que a matemática é uma ciência exata.

Os próximos jogos do Leão, sem espaço para erros, são contra Botafogo, Palmeiras, Chapecoense, Atlético Paranaense, São Paulo e Corinthians. Ou seja, só pedreira!! Diante da situação, o Remo precisa de mais do que promessas do embusteiro Condé para convencer sua torcida de que algo vai acontecer de diferente do que já foi visto até aqui, com derrota atrás de derrota e vexames sucessivos.

O torcedor não merece isso. Estamos assistindo ao único representante do norte do Brasil,  que esperou 32 anos pra voltar à elite do futebol e que agora se apequena a cada jogo, caminhando, a passos largos, para o precipício. Recorrer a quem ??

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Jornalista responsável: Evandro Corrêa- DRT 1976