O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) realizou, nesta segunda-feira, 28, no Salão Nobre da Procuradoria-Geral de Justiça, sessão solene de posse das promotoras de Justiça Lea Cristina Mouzinho da Rocha, Hygeia Valente Morgado e Marcela Christine Ferreira de Melo, promovidas à 3ª Entrância por decisão do Conselho Superior do Ministério Público.
A solenidade foi conduzida pelo procurador-geral de Justiça, Alexandre Marcus Fonseca Tourinho, responsável pela declaração de investidura das membros nos novos cargos. Também participaram o corregedor-geral do MPPA, Eduardo Barleta; os subprocuradores-gerais de Justiça, Hezedequias Mesquita e Joana Coutinho; a presidente da Ampep, Ana Maria Magalhães; além de membros, servidores e familiares das empossadas.
O ato formalizou as promoções e simbolizou o avanço na carreira, com a ampliação das atribuições e responsabilidades institucionais. Lea Cristina Mouzinho da Rocha foi promovida pelo critério de antiguidade, enquanto Hygeia Valente Morgado e Marcela Christine Ferreira de Melo ascenderam pelo critério de merecimento. As três passam a atuar como promotoras de Justiça de 3ª Entrância.
Em seu discurso, a presidente da Ampep, Ana Maria, destacou a importância da elevação das comarcas de Marabá, Ananindeua e Santarém à 3ª entrância, que foi uma pauta defendida pelo atual PGJ , Alexandre Tourinho. “É importante uma política de desenvolvimento da carreira que considere as particularidades geográficas do Pará e permita conciliar a ascensão profissional com a permanência dos membros nas regiões onde construíram suas trajetórias”.
Ao final, o procurador-geral de Justiça destacou a relevância da promoção na trajetória das membros, ressaltando o compromisso com a sociedade paraense e o fortalecimento da atuação ministerial em defesa dos direitos fundamentais. “A ascensão na carreira representa não apenas o reconhecimento do percurso funcional de cada promotora de Justiça, mas também a renovação do compromisso institucional com uma atuação cada vez mais próxima da sociedade e dos seus direitos”, afirmou o PGJ Alexandre Tourinho.
Fonte: MPPA