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O Palmeiras. O Allan. Manchester City. O Défict e o Equilíbrio das Contas

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O Palmeiras atingiu um déficit acumulado de R$ 196 milhões até agosto, de acordo com o balancete publicado pelo clube. O cenário deve mudar a partir de setembro, com o lançamento da venda de Allan para o Manchester City, da Inglaterra.

Os números de agosto ainda não contam com a negociação, fechada em cerca de R$ 220 milhões fixos, podendo chegar a R$ 240 milhões com bônus. A rubrica onde as vendas são lançadas teve apenas R$ 24,7 milhões no mês.

Por não ter tido transferências relevantes no período, o resultado em agosto foi um déficit de R$ 39,6 milhões, em vez dos R$ 51,7 milhões de superávit projetados no orçamento.

A expectativa é de que o balancete de setembro represente uma grande mudança em relação aos oito primeiros meses do ano, pois o clube também fechou outras negociações, como de Kaique para o Sporting por 4 milhões de euros (cerca de R$ 23 milhões), e Riquelme Fillipi para o Inter Miami, por 6 milhões de dólares (cerca de R$ 30 milhões).

Por não ter tido transferências relevantes no período, o resultado em agosto foi um déficit de R$ 39,6 milhões, em vez dos R$ 51,7 milhões de superávit projetados no orçamento.

A expectativa é de que o balancete de setembro represente uma grande mudança em relação aos oito primeiros meses do ano, pois o clube também fechou outras negociações, como de Kaique para o Sporting por 4 milhões de euros (cerca de R$ 23 milhões), e Riquelme Fillipi para o Inter Miami, por 6 milhões de dólares (cerca de R$ 30 milhões).

Receita acumulada até agosto de 2026

Receita operacional líquida: R$ 594,2 milhões, ante R$ 947,6 milhões orçados;

Direitos de transmissão: R$ 139,2 milhões;

Publicidade e patrocínio: R$ 144,1 milhões;

Arrecadação de jogos: R$ 38,6 milhões;

Sócio-torcedor Avanti: R$ 47,7 milhões;

Premiações: R$ 16,4 milhões;

Arrecadação social: R$ 47,2 milhões;

Licenciamento de marcas e franquias: R$ 21,4 milhões;

Rendas diversas: R$ 136,5 milhões, sendo R$ 51,3 milhões em Arena, relativo ao Nubank Parque, e R$ 85,2 milhões do futebol profissional, que são as vendas de atletas;

Receitas financeiras: R$ 126 milhões.

O Palmeiras projetava ter até agosto um superávit de R$ 73,6 milhões, mas chegou a um déficit de R$ 196 milhões no período principalmente por ter decidido segurar jogadores.

O orçamento calculava fazer R$ 399 milhões em vendas, e o número ficou bem abaixo disso até agosto, diante da decisão da diretoria de apostar no esportivo e manter as principais estrelas do elenco.

Em rendas diversas, onde entram as transferências no balanço, o Palmeiras esperava fazer até agosto R$ 453 milhões, mas só realizou R$ 136,9 milhões.

A partir da proposta do Manchester City, considerada muito boa para todas as partes, o clube topou negociar um jogador de destaque. Assim, calcula ter chegado a mais de 85% da meta prevista no balanço e deve equilibrar suas contas até o fim do ano.

O Palmeiras também arrecadou um pouco menos do que o esperado em: direitos de transmissão (R$ 139,2 milhões atingidos x R$ 143,1 milhões orçados), publicidade e patrocínio (R$ 144,1 milhões x R$ 175,4 milhões), Avanti (R$ 47,7 milhões x R$ 55,8 milhões) e licenciamento (R$ 21,4 milhões x R$ 24,4 milhões).

Em compensação, conseguiu resultados melhores com: arrecadação de jogos (R$ 38,6 milhões em vez dos R$ 34,5 milhões orçados) e premiações (R$ 16,4 milhões x R$ 8,7 milhões). O desempenho na Copa do Brasil e Conmebol Libertadores, também, renderá valores acima do esperado na previsão orçamentária.

Resultado mês a mês do Palmeiras em 2026

Janeiro: déficit de R$ 7,8 milhões

Fevereiro: superávit de R$ 20 milhões

Março: déficit de R$ 26,8 milhões

Abril: déficit de R$ 21,2 milhões

Maio: déficit de R$ 30 milhões

Junho: déficit de R$ 58 milhões

Julho: déficit de R$ 32,3 milhões

Agosto: déficit de R$ 39,6 milhões

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Jornalista responsável: Evandro Corrêa- DRT 1976