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O Paysandu. O Elenco Enxuto. As Obrigações Trabalhistas. O Colombiano do Leão e os Títulos

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Márcio Tuma, que passa a ser o gestor máximo do Paysandu, transmite mensagem de coragem para enfrentar a crise do clube. As dívidas trabalhistas contraídas este ano seguem crescendo. Nos pleitos dos reclamantes já passam de R$ 17 milhões. Esses valores vão encolher na batalha jurídica, mas ainda assim serão perturbadores para a gestão financeira do clube. Além disso, a renúncia do presidente Roger Aguilera e o desgaste à credibilidade estão atrapalhando nas contratações para 2026.

De um total de 60 jogos em 2025, o Paysandu cai para uma projeção de 40 a 45 jogos em 2026. A ideia de formar um elenco enxuto, que foi equivocada para este ano, agora é coerente para a próxima temporada, pelo calendário também enxuto. Além disso, é uma questão de responsabilidade com as finanças, para o devido cumprimento das obrigações trabalhistas. 

O Ranking dos técnicos da Série A por títulos conquistados: Oito vezes campeão na carreira, o técnico do Remo, Juan Carlos Osorio, é o 5° colocado. Só fica atrás de Tite, do Cruzeiro (16 títulos), Dorival Júnior, do Corinthians (14), Abel Ferreira, do Palmeiras (10) e Rogério Ceni, do Bahia (09). Juan Carlos Osorio conquistou seis títulos no país dele, Colômbia, e um no Brasil: campeão paranaense pelo Athletico. 

Vai ser mesmo em Pernambuco a primeira etapa da pré-temporada do Remo, no ótimo Centro de Treinamentos do Retrô. Essa providência vai dar ao técnico Juan Carlos Osorio, atletas e demais profissionais azulinos condições ideais para a preparação básica, como também para o convívio dos novos colegas de trabalho. Na volta para Belém os profissionais vão trabalhar em meio a algumas improvisações, enquanto o clube avança na sua estruturação no Baenão e principalmente no CT. 

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Jornalista responsável: Evandro Corrêa- DRT 1976