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O Remo. O Baenão. O Contrato de Naming Rights. O Mais Baixo da Série A

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Vivendo a expectativa para voltar a jogar oficialmente na temporada de 2026, com compromisso marcado longe de Belém para o próximo dia 23, contra o Corinthians, pela 19ª rodada da Série A, o Remo vem trabalhando para se organizar dentro e fora das quatro linhas. Nos últimos dias, o clube acertou um acordo de renovação dos naming rights de seu estádio, o Baenão. O vínculo vigente desde 2020 com o Banpará, banco estadual, foi prorrogado por mais 12 meses, com o valor de R$ 1,5 milhões por ano. A quantia está consideravelmente abaixo dos contratos de outras sete praças esportivas do Brasileirão de 2026.

Para efeito de comparação, a parceria que ocupa o penúltimo lugar na lista, que é da do Atlético-MG com a construtora MRV, que dá nome a Arena do time, é de R$ 7,18 milhões por ano, um quinto maior do que é repassado pelo banco estadual ao Remo. No Brasil, o time que lidera o ranking de valor arrecadado em naming rights é o Palmeiras, fruto do acordo recém firmado com o banco digital Nubank, que repassará cerca de R$ 51 milhões por ano para denominar a casa palmeirense de Nubank Parque. Na Fonte Nova, onde o Bahia manda os jogos, pertence ao Governo do Estado, e é administrado por uma concessionária.

O valor de R$ 1,5 milhões repassados pelo banco estadual ao Remo é o mesmo desde o início da parceria, em 2020. Vale lembrar que a marca Banpará também está estampada na camisa do clube, mas o acordo (e o valor) para este patrocínio é diferente de naming right. Tradicional casa do Remo, o Baenão vem sendo utilizado para treinos durante a temporada, e recebeu apenas um jogo nesta Série A. As demais partidas do time na competição foram no Estádio do Mangueirão, de propriedade do Governo do Estado. Veja abaixo os valores dos acordos de naming rights dos estádios da Série A:

Palmeiras – Nubank Parque: R$ 51 milhões por ano;

São Paulo – Morumbis – R$ 25 milhões por ano;

Corinthians – Neo Química Arena – R$ 15 milhões por ano;

Santos – Vila Viva a Sorte – R$ 15 milhões por ano;

Athletico Paranaense – Ligga Arena – R$ 13,3 milhões por ano;

Bahia – Casa de Apostas Arena Fonte Nova* – R$ 13 milhões por ano;

Atlético Mineiro – Arena MRV – R$ 7,18 milhões por ano;

Remo – Banpará Baenão – R$ 1,5 milhões por ano.

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Jornalista responsável: Evandro Corrêa- DRT 1976